quinta-feira, 24/09/2026
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Martinelli na Seleção: técnico da base do Fluminense exalta versatilidade

Martinelli na Seleção Brasileira é uma realidade que orgulha quem acompanhou seu desenvolvimento em Xerém. O volante do Fluminense vive a expectativa de sua estreia pela equipe nacional nesta sexta-feira, às 7h, em Brisbane, diante da Austrália. Aos 24 anos, o atleta recebe sua primeira chance sob o comando de Carlo Ancelotti, marcando o início de um novo ciclo após a Copa do Mundo.

Eduardo Oliveira, treinador que comandou o meio-campista no sub-17 do Tricolor entre 2018 e 2020, conhece profundamente o potencial do jogador. Segundo o técnico, o atleta possui um repertório tático vasto, capaz de atuar em diversas faixas do campo. “Ele tem capacidade de jogar tanto por fora quanto por dentro, mais próximo do gol ou da própria meta”, afirmou Oliveira em entrevista.

Martinelli na Seleção

O ex-treinador ressalta que o sucesso do volante é fruto de muito trabalho e uma mentalidade voltada para a evolução constante. Além de sua qualidade técnica, Martinelli é reconhecido por ser um jogador de grupo, que potencializa o desempenho dos companheiros ao seu redor. Essa postura foi fundamental para sua consolidação no elenco profissional do Fluminense.

O volante faz parte da chamada “Geração de Ouro” de Xerém, um grupo de atletas nascidos em 2001 que se destacou nacionalmente. Além dele, outros nomes dessa safra também chegaram à Seleção principal:

  • João Pedro, atacante;
  • Luiz Henrique, atacante que disputou a Copa de 2026;
  • André, volante com convocações recorrentes no ciclo atual.

Além desse quarteto, aquela geração contava com talentos como Calegari, Alexsander e John Kennedy. Eduardo Oliveira destaca que o ambiente de Xerém foi propício para o desenvolvimento desses jovens, unindo o talento natural a um processo de formação altamente qualificado. Você pode acompanhar mais informações sobre o clube na categoria de esportes.

O debate sobre a formação de jogadores no Brasil ganhou força após a reformulação da Seleção. Oliveira, que possui vasta experiência em divisões de base e passagens pelo futebol internacional, defende que o foco deve ser maximizar as virtudes individuais. Para ele, o resultado nas categorias de base não deve ser o único objetivo, mas sim uma etapa do aprendizado.

Por fim, o treinador reflete sobre a importância de abrir espaço para novos profissionais brasileiros no cenário nacional. Ele acredita que o ecossistema do futebol precisa de estratégias claras para que o talento local continue evoluindo. Dessa forma, o país poderá retomar o orgulho pelo futebol praticado internamente, valorizando tanto os atletas quanto os técnicos em ascensão.

Fonte: ge.globo.com

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