A arrecadação federal atingiu a marca de R$ 2,019 trilhões no acumulado de janeiro a agosto de 2026. Os números oficiais foram divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal.
Ao considerar o ajuste pela inflação do IPCA, o montante representa um crescimento real de 7,12% frente ao mesmo intervalo de 2025. O desempenho demonstra uma trajetória de alta nas receitas públicas.
Detalhes sobre a arrecadação federal
Além disso, Somente no mês de agosto, os cofres públicos somaram R$ 235,5 bilhões. Esse valor representa um incremento real de 8,25% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Do total arrecadado em agosto, R$ 227,8 bilhões foram geridos diretamente pela Receita Federal. O cálculo exclui fatores não recorrentes e mudanças na legislação tributária.
Portanto, Segundo a análise técnica do órgão, diversos tributos contribuíram para esse resultado positivo. O aumento nas vendas impulsionou a arrecadação de contribuições fundamentais para o sistema.
Os principais fatores que impulsionaram o crescimento incluem:
- Aumento na arrecadação da Previdência Social, PIS e Cofins;
- Desempenho positivo do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF);
- Alta no Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e na CSLL.
Além disso, o Imposto de Exportação sobre óleo bruto teve um papel relevante no cenário econômico recente. Somente em agosto, esse tributo gerou R$ 1,9 bilhão aos cofres públicos.
No acumulado dos oito meses de 2026, o imposto sobre o óleo bruto totalizou R$ 9,9 bilhões. Esse dado reforça a importância das commodities no resultado final.
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Fonte: jornaldematogrosso.com.br


