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Mauro Mendes é cotado para ministérios em governo Flávio

O senador eleito Mauro Mendes é cotado para ministérios em um eventual governo Flávio Bolsonaro. Confira os detalhes das articulações políticas agora.

O senador eleito Mauro Mendes aparece como possível nome para pastas estratégicas em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, movimentando o cenário político.

O senador eleito Mauro Mendes (União Brasil-MT) surge como um dos nomes cotados para assumir um ministério caso Flávio Bolsonaro (PL) vença o segundo turno da eleição presidencial. A possibilidade de integrar o primeiro escalão de um eventual governo tem sido discutida em meio às articulações do agronegócio, que busca ampliar sua influência na Esplanada.

Segundo informações de bastidores, o ex-governador de Mato Grosso é considerado para o Ministério da Agricultura e Pecuária ou para o Ministério de Minas e Energia. A indicação para a pasta de energia ganha força devido à sua formação como engenheiro eletricista e ao trânsito que possui junto a empresas do setor de biocombustíveis.

Além disso, Caso Mauro Mendes assuma uma das pastas, o movimento abriria espaço para que seu primeiro suplente, o empresário Cidinho Santos (PP), assuma a cadeira no Senado. Cidinho mantém proximidade com a família Bolsonaro e atuou ativamente nas articulações de apoio à candidatura de Flávio em Mato Grosso.

Mauro Mendes

O setor do agronegócio, um dos mais ativos nas negociações, busca emplacar nomes em diversas pastas, incluindo o Meio Ambiente. A disputa pelo Ministério da Agricultura é intensa, com outros nomes cotados, como o deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), atual presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.

Portanto, Além de Mendes e Lupion, outros perfis são analisados para compor a equipe ministerial, conforme as últimas notícias sobre o processo de transição. Entre os nomes citados no xadrez político do setor, destacam-se:

Pedro Lupion, favorito para a Agricultura; Geraldo Melo Filho, secretário de Agricultura de São Paulo; Alceu Moreira, deputado federal pelo MDB; Reinaldo Azambuja, ex-governador de Mato Grosso do Sul. No campo da energia, o nome de Adriano Pires também ganha destaque nos bastidores. Pires, que já foi indicado anteriormente para a presidência da Petrobras, é visto como um especialista técnico com forte trânsito no mercado de infraestrutura e consultoria.

Outro ponto central nas discussões é a criação do chamado Ministério da Prosperidade. A proposta prevê a fusão de pastas ligadas ao empreendedorismo e ao desenvolvimento social, com o objetivo de criar uma estrutura voltada à requalificação profissional e ao fomento de pequenos negócios.

A estratégia de Flávio Bolsonaro inclui a redução do número total de ministérios, possivelmente fixando a estrutura entre 25 e 27 pastas. Além disso, há a intenção de unificar ministérios como Transportes e Portos e Aeroportos, retomando o modelo de um Ministério da Infraestrutura.

Embora as negociações avancem nos bastidores, aliados ressaltam que o foco da campanha permanece na reta final do pleito. A definição oficial dos nomes e a estrutura administrativa final só deverão ocorrer após a conclusão da disputa eleitoral.

Fonte: midianews.com.br