Maldição dos pênaltis acabou, diz auxiliar do Palmeiras
Após classificação na Libertadores, auxiliar do Palmeiras celebra fim da maldição dos pênaltis. Confira agora os detalhes da vitória alviverde.
A maldição dos pênaltis parece ter ficado para trás no Palmeiras. Após uma classificação eletrizante contra a LDU, que garantiu a vaga na semifinal da Libertadores de 2026, o auxiliar técnico Vitor Castanheira celebrou a superação do elenco nas penalidades máximas.
O confronto em Quito foi marcado por fortes emoções. O Verdão vencia por 2 a 1, mas sofreu uma virada relâmpago nos minutos finais, levando a decisão para a marca da cal. Sem Abel Ferreira, expulso durante o duelo, coube a Castanheira comandar a equipe e conceder a entrevista coletiva.
Superação e a maldição dos pênaltis
Além disso, O auxiliar admitiu que o sofrimento foi além do esperado. Segundo ele, o time tinha o controle da partida, mas o futebol reservou mudanças drásticas em um curto intervalo de tempo. Contudo, o desfecho nas penalidades trouxe alívio ao grupo.
Ao comentar o histórico recente do clube em decisões por pênaltis, Castanheira não escondeu o otimismo. "Felizmente, hoje a maldição dos pênaltis acabou", declarou, aos risos, após o goleiro Carlos Miguel brilhar com duas defesas cruciais.
Portanto, Para garantir o sucesso nas cobranças, a comissão técnica adotou uma abordagem focada no controle emocional. Os jogadores receberam orientações claras antes da série decisiva:
Manter a calma diante da pressão do momento; Encarar a disputa como uma nova oportunidade de vitória; Executar as cobranças com decisão e total confiança. O desempenho dos batedores foi fundamental para o resultado positivo. Confira os detalhes da disputa:
Vitor Roque, Mauricio, Piquerez e Felipe Anderson converteram suas cobranças; Apenas Evangelista teve o chute defendido pelo goleiro adversário; Carlos Miguel garantiu a classificação ao parar dois atacantes da LDU. Sobre a estratégia tática, o auxiliar explicou que o plano inicial era neutralizar a força da LDU em casa. O objetivo era evitar espaços entre as linhas e impedir cruzamentos perigosos, explorando as transições rápidas para agredir o adversário. Você pode acompanhar mais detalhes sobre o desempenho do time na categoria de esportes.
Questionado se houve relaxamento nos minutos finais, quando o time sofreu dois gols, Castanheira negou. Ele atribuiu a reviravolta a circunstâncias específicas do jogo e à pressão exercida pelo adversário, ressaltando que o plano de jogo permaneceu inalterado até o apito final. Para mais informações, consulte as últimas notícias do clube.
Fonte: ge.globo.com