O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prepara sua saída do cargo para disputar o governo de São Paulo nas próximas eleições. A movimentação gera uma reorganização interna na equipe econômica do governo federal.
Mudanças na equipe ministerial
A decisão de Haddad provoca alterações diretas no quadro de assessores. O ministro pretende levar auxiliares próximos para compor sua estratégia de campanha eleitoral, o que exige a exoneração de cargos estratégicos dentro da pasta.
Entre os nomes confirmados na transição está Laio Morais, atual chefe de gabinete. Ele já comunicou colegas que deixará suas funções até o final de março para integrar o grupo político do ministro.
Novo comando na chefia de gabinete
Para manter a continuidade administrativa, o ministério já definiu o sucessor de Morais. Fabio Terra, que atua como assessor especial, assumirá a chefia de gabinete. Terra já participa ativamente das discussões da equipe econômica e trabalha ao lado do secretário-executivo.
A transição busca evitar interrupções nos projetos em curso. A gestão da Fazenda prioriza a estabilidade técnica enquanto o titular se prepara para o pleito estadual.
Transição na secretaria-executiva
Além da chefia de gabinete, o comando da pasta deve passar por uma mudança central. O atual secretário-executivo, Dario Durigan, é o nome cotado para assumir o Ministério da Fazenda após a saída de Haddad. A movimentação faz parte do planejamento político do governo para o período eleitoral.


