quarta-feira, 11/03/2026
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DNA confirma identidade de ossada encontrada em lavoura em Sinop e polícia investiga possível execução

A Polícia Civil confirmou a identidade da ossada humana localizada em uma área de lavoura próxima à estrada Monalisa, em Sinop. Os exames de DNA apontaram que os restos mortais pertencem a Hudson Dias, de 26 anos, que desapareceu entre o final de dezembro e o início de janeiro. A Perícia Oficial e Identificação Técnica realizou o exame genético e comparou o material coletado com amostras do pai da vítima no Instituto Médico Legal de Cuiabá. Assim, os peritos confirmaram oficialmente a identidade do jovem. A partir dessa confirmação, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa intensificou as investigações. Agora, os policiais buscam identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer como ocorreu o desaparecimento.

Desaparecimento ocorreu sem sinais de violência na casa

Segundo o investigador Wilson Cândido, Hudson desapareceu entre o final de dezembro e o início de janeiro. No dia seguinte ao desaparecimento, a irmã do jovem foi até a casa dele para verificar a situação. Ao chegar ao local, ela encontrou o portão aberto. Além disso, ela viu os documentos do irmão sobre a mesa da cozinha e encontrou o celular dentro da residência. Apesar da situação incomum, os policiais não identificaram sinais de luta ou de violência no imóvel. Por isso, os investigadores trabalham com a hipótese de que alguém chamou a vítima até o portão da casa. Dessa forma, Hudson pode ter saído da residência após algum contato telefônico ou mensagem. Em seguida, alguém pode ter sequestrado o jovem naquele momento.

Perícia encontra sinais de execução na ossada

No dia 12 de janeiro, trabalhadores encontraram a ossada em uma área de lavoura próxima à estrada Monalisa. Logo depois, equipes da Politec realizaram a perícia no local. Durante a análise, os peritos identificaram sinais claros de violência. A vítima estava com as mãos e os pés amarrados. Além disso, os especialistas encontraram sinais de disparos na região do crânio. De acordo com o investigador Wilson Cândido, esse tipo de execução aparece com frequência em crimes ligados a facções criminosas que atuam na região. Mesmo assim, os investigadores continuam analisando todas as hipóteses. Para avançar na investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça a quebra do sigilo telefônico da vítima. Assim, os policiais pretendem analisar ligações e mensagens realizadas antes do desaparecimento. Por fim, a equipe trabalha para identificar os responsáveis pelo crime.

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