A missionária Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, detida durante a Operação Fariseus, tornou-se alvo de uma investigação da Polícia Civil. O inquérito aponta que ela buscou auxílio de uma facção criminosa após sofrer um assalto em sua residência, localizada em Cuiabá.
Conforme os detalhes apurados pelos investigadores, a mulher entrou em contato com um integrante do grupo criminoso, identificado pelo codinome “Cliente Pedregal”. O objetivo era localizar o responsável pelo crime contra o seu patrimônio.
Operação Fariseus investiga ligação com facção
Durante as trocas de mensagens, o suspeito afirmou que estava à procura do indivíduo, conhecido como “Canjica”. Em tom violento, o homem declarou que iria matar o responsável pelo roubo. Logo em seguida, ele enviou imagens de um homem amarrado para a missionária.
A investigação destaca que Rhavenna acompanhava o desenrolar da busca, questionando o interlocutor sobre o paradeiro do suspeito. Diante da dificuldade em localizar o alvo, o membro da facção tomou uma atitude inusitada para manter a colaboração.
Os principais pontos levantados pela Polícia Civil incluem:
- O acionamento de membros de uma facção para realizar justiça privada.
- O envio de fotos de um homem amarrado como prova de ação do grupo.
- O recebimento de R$ 500 por parte da missionária como forma de compensação.
Além disso, o documento policial detalha que, em 30 de setembro de 2025, o interlocutor transferiu R$ 500 para Rhavenna. Na ocasião, ele pediu desculpas pela demora em encontrar o autor do assalto à casa dela.
Portanto, a conduta da missionária é analisada pelas autoridades como uma forma de cooperação com o crime organizado. O caso segue sob apuração para identificar outros envolvidos na rede de contatos da facção.
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Fonte: midianews.com.br


